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Causas do mau hálito e como combater

 

10 de dezembro de 2018

   

O mau hálito é um dos principais problemas de saúde bucal, principalmente pela diversidade de causas que podem provocá-lo. Entre as cáries, baixa salivação ou problemas gengivais, a limpeza da língua, o uso de próteses dentárias ou até mesmo pacientes com diabetes também podem ser a causa.

 

Por isso, é imprescindível que o paciente esteja atento aos cuidados necessários já que, problemas com mau hálito geram um grande incômodo, podendo afetar até mesmo a autoestima. A higienização bucal é o primeiro ponto a ser observado, principalmente pela ingestão de alguns líquidos ou alimentos na nossa dieta diária. Por tanto, uma alimentação de qualidade também é um fator chave para combater o problema. Mas muitos pacientes prestam uma atenção menor quando o assunto é a língua, muitas vezes não identificando a saúde da mesma, que é a responsável pela proliferação de fungos ou bactérias.

 

Para saber se a língua está em um estado saudável, devemos comparar a coloração da mesma. Um tom rosado e uma textura lisa é o mais adequado, mas não muito, pois lisa demais pode apontar a falta de ferro no organismo e até mesmo anemia. A falta de higienização é o fator mais importante para a manutenção, o que leva também as cáries.

 

Segundo um estudo recente da OMS (Organização Mundial da Saúde), em média de 60 a 90% de crianças possuem cáries. Além de ser  uma das doenças mais comuns que existem, continua sendo um problema na fase adulta. Cáries surgem da proliferação de bactérias na boca, muitas vezes ocasionadas por restos alimentares que provocam a fermentação das mesmas, que geram o mau hálito. A boa notícia é que caprichando na higiene bucal e tratando a cárie com o seu dentista, o problema desaparece.

 

Mas e as próteses? Apesar de não ser um dente natural, as próteses exigem a mesma higienização que o resto da boca, tanto no quesito da alimentação como na escovação, fio dental e antisséptico bucal. Por isso, as próteses devem ser cuidadas e em caso de deterioro o ideal é procurar o seu dentista para que faça uma limpeza mais a fundo e, posteriormente, seguir com a higienização em casa.

 

Já os pacientes com diabetes precisam ter uma atenção redobrada com a sua saúde bucal. Os profissionais explicam que, ainda assim, apenas os casos de diabetes descompensada. O paciente não consegue compensar o nível de glicose no sangue, gera uma secura bucal e limita a quantidade de saliva na boca. Essa secura aumenta a probabilidade de provocar lesões, o que por sua vez, aumenta o surgimento de doenças na gengiva ou cáries. Além disso, a falta de insulina no corpo gera uma alteração na produção de corpos cetônicos, responsáveis pela aparição do mau hálito. O tratamento para esses casos deverá ser feito de forma específica, devido a peculiaridade de cada paciente e, em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicação para acompanhar o tratamento.

 

Mas quando o assunto são as crianças, as coisas podem ficar mais complicadas. A higiene bucal deve ser estimulada desde pequenos para que se torne um hábito, sempre com o acompanhamento dos pais para auxiliar, pelo menos até os 6 anos de idade. Mas caso haja um problema perceptível, o ideal é procurar um profissional para descartar tanto as cáries como a possibilidade de existir lesões na mucosa. O odontopediatra será o responsável por dar um diagnóstico mais assertivo para o melhor tratamento.

 

Em qualquer caso, se a halitose for um problema , não deixe de procurar um profissional. Muitas vezes o tratamento pode ser simples e fácil, mas a falta de acompanhamento dificulta a solução.

 

 

   

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